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A organização e o funcionamento da Pastoral do Dízimo

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Caríssimos irmãos e irmãs, dando continuidade no que é proposto no documento 106 da CNBB: “O dízimo na comunidade de fé”, vamos falar resumidamente sobre a organização e o funcionamento da Pastoral do Dízimo.

A Pastoral do Dízimo necessita de equipes que assumam a responsabilidade da coordenação dos vários aspectos do seu funcionamento, recomenda-se que as equipes estejam organizadas nas paróquias e capelas. Nesta equipe é preciso haver um numero suficiente de pessoas preparadas para que os vários aspectos do dízimo sejam motivados e funcionem adequadamente. Nela o Bispo, o Pároco têm um papel muito importante como pastores e também como gestores.

Para que o trabalho entre a Matriz e Capelas seja integrado, é recomendável a existência de uma equipe de coordenação em nível diocesano. Esta equipe se responsabiliza pela coordenação de campanhas, pela realização dos encontros de formação e de estudo, pela troca de experiências e pela produção ou escolha e distribuição de material para a motivação permanente dos fiéis.

O dízimo é paroquial, sua contribuição se faz na sede da paróquia, na comunidade ou setor da paróquia em que o fiel participa. Com isso o dízimo se distingue de doações feitas a outros tipos de comunidade, associações, meios de comunicação. As modalidades de funcionamento da Pastoral do Dízimo são diversas, principalmente quanto ao lugar e ao momento da entrega da contribuição, e também quanto ao registro das contribuições. Os momentos mais comuns de entrega do dízimo são durante o expediente da secretaria paroquial e por ocasião do acolhimento aos dizimistas, em alguns lugares chamados de “Plantão do Dízimo” ou nas celebrações. As carteirinhas, fichas, carnês ou envelopes são formas utilizadas para documentar as contribuições além de registro sistêmico utilizado mais recentemente.

É importante não confundir, durante as celebrações, o que é dízimo e o que é coleta. Do ponto de vista da legislação, o dízimo se caracteriza como doação. A legislação que disciplina a contabilização dos valores recebidos exige a documentação comprobatória das receitas e das despesas e de seu gerenciamento. Tal exigência implica no registro legalmente válido do dízimo entregue pelos fieis e recebido pela Igreja.

Resumindo, como elementos fundamentais para uma bem-sucedida organização e funcionamento da Pastoral do Dízimo destacam-se: a organização de equipes; a participação ativa e o envolvimento pessoal dos ministros ordenados; a unificação do sistema de recebimento e de gerenciamento do dízimo; a divulgação dos resultados; a atenção aos aspectos legais envolvidos no recebimento do dízimo e em seu correto registro; o cuidado com a linguagem utilizada para se fazer referência ao dízimo, pois os termos empregados influem na compreensão e nas motivações; a convivência harmônica entre a Pastoral do Dízimo, o Conselho Econômico Paroquial e Diocesano e o Conselho Paroquial Pastoral, respeitando as atribuições e a representatividade de cada um.

Fonte: Documentos da CNBB – 106

Adaptação: Claudir – Pastoral do Dízimo.




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