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O Dízimo na Pastoral: motivação permanente

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Caríssimos irmãos e irmãs, durante o mês de junho é comemorado em nossa Diocese o mês do Dizimista A você, dizimista, queremos agradecer pela sua perseverança na contribuição do dízimo, sabemos que podemos contar com vocês do nosso lado, nesta obra que o Senhor nos confiou.

Se você ainda não é um dizimista, não deixe para depois, faça a experiência e verá a promessa de Deus se cumprir na sua vida. Procure a Pastoral do Dízimo. Deus o aguarda, com muito amor.

O cuidado que devemos ter com a motivação permanente em vista do dízimo está relacionado com a vivência integral da fé, que implica também a inserção na comunidade eclesial. Promove-se o dízimo cultivando-se a fé. A experiência do dízimo cresce conjuntamente com a qualidade de vida cristã, principalmente de seu aspecto comunitário. Tudo o que promove o crescimento de fé promove o aprofundamento do dízimo.

Em diversas comunidades, essa motivação é realizada de diversos modos pelos agentes de pastoral do dízimo, porém é a relação personalizada que cria oportunidade para evangelização, para o bom acolhimento, para fornecimento de informações, para o fortalecimento dos vínculos comunitários e para que as pessoas compreendam o quanto são importantes para a vida da comunidade. Entre os diversos modos de motivação estão:

  1. As visitas missionárias às pessoas para dialogar a respeito do dízimo, de suas dimensões e finalidades.
  2. O cadastro dos Dizimistas da Paróquia que é um recurso importante para comunicação em vista do envio de correspondências e comunicações, como saudações, convites, festas;
  3. A escolha de um domingo fixo a cada mês, durante o qual se divulgam nas celebrações o que foi realizado com o recurso do dízimo, ocasião em que se costuma fazer a “Oração do Dizimista”, rezar por eles e manifestar gratidão pela fidelidade e pela generosidade da colaboração.

É igualmente importante o testemunho de coordenadores e outras pessoas ligadas a movimentos presentes nas comunidades paroquiais, que sabem ajudar as pessoas a compreenderem a diferença entre o dízimo e outras formas de colaboração. A correta administração do dízimo requer sensibilidade evangelizadora. O investimento nas ações pastorais não pode sofrer detrimento por motivo do necessário cuidado com as estruturas e meios materiais. Requer também abertura missionária. É escandaloso que algumas comunidades não tenham recursos para atender às necessidades mais elementares, enquanto outras os tenham para realizar vultosos investimentos.A solidariedade é parte da natureza do dízimo, ajuda os fiéis a compreenderem mais plenamente o significado do dízimo e os motiva a colaborarem.

Concluindo, confiamos a opção pelo dízimo à Santa Virgem Maria, invocada em todo Brasil com o título de Nossa Senhora Aparecida, ela que nas Bodas de Caná, com fina sensibilidade, notou a falta do vinho e os ensinou a fazer o que seu Filho lhes disser (Jo 2,3.5).

Fonte: Documentos da CNBB – 106

Adaptação: Claudir – Pastoral do Dízimo.




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