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Santo do Mês – Nossa Senhora de Lourdes

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11  DE   FEVEREIRO  –  NOSSA SENHORA DE LOURDES PADROEIRA DOS ENFERMOS

DIA INTERNACIONAL DOS ENFERMOS

A Virgem Maria se apresentou como a Imaculada Conceição, confirmando assim o dogma decretado anos antes.

“É significativo que, na primeira aparição a Bernadete, Maria inicie o seu encontro com o sinal da Cruz. Mais do que um simples sinal, é uma iniciação aos mistérios da fé que Bernadete recebe de Maria. O sinal da Cruz é de alguma forma a síntese da nossa fé, porque nos diz quanto Deus nos amou; diz-nos que, no mundo, há um amor mais forte do que a morte, mais forte do que as nossas fraquezas e os nossos pecados. A força do amor é maior do que o mal que nos ameaça. É este mistério da universalidade do amor de Deus pelos homens que Maria veio revelar aqui, em Lourdes. Ela convida todos os homens de boa vontade, todos aqueles que sofrem no coração ou no corpo, a levantar os olhos para a Cruz de Jesus a fim de encontrar nela a fonte da vida, a fonte da salvação.”

NOSSA Senhora, em Lourdes, às vezes cura e, em geral, não cura, mas mostra sempre que é Mãe.

OS ACONTECIMENTOS de Lourdes são ricos em ensinamentos para nós, e um desses ensinamentos é a respeito do sofrimento.

Nós vemos em Lourdes duas atitudes da Providência diante do sofrimento humano. E estas duas atitudes têm sua razão de ser, dentro da perfeição dos planos divinos apesar de parecerem até contraditórias. De um lado, o que mais chama atenção em Lourdes é Nossa Senhora que tem pena do sofrimento dos homens, tende aos rogos deles e pratica milagres para livrá-los das dores que eles sofrem.

É, por outro lado, Nossa Senhora que tem também pena das almas, e para provar que a Fé Católica é verdadeira, pratica milagres para operar conversões.

Mas, de outro lado, nós vemos em Lourdes outro aspecto. E são os inúmeros doentes que vão a Lourdes, e voltam sem ter sido curado.

Por que razão Nossa Senhora opera a cura de uns e não opera a cura de outros? Qual é o mistério?
Porque é muito fácil a gente compreender que alguns sejam curados. Mas, qual é o mistério pelo qual outros não são curados?

Nisso também Nossa Senhora nos dá um grande ensinamento. Porque Ela mostra, pela bondade dEla em Lourdes, que Ela é nossa Mãe, que Ela tem pena de nós, que Ela quer e pode praticar maravilhas por nós, e Ela as pratica.

E, entretanto, a maior parte dos doentes que vão lá voltam sem ter sido curado.
Qual é então a razão de ser disto? Qual é a razão mais profunda desse fato?

Eu creio que é um dos mais estupendos milagres de Lourdes.

Se a gente prestar bem atenção nesse fato passa-se o seguinte: é que para a grande maioria das almas o sofrimento é necessário para a santificação.

As doenças são necessárias para a santificação. E é mesmo por meio das doenças e das provações espirituais que a pessoa se santifica.

E quem não compreende o papel do sofrimento e da dor para operar nas almas o desapego, o amor de Deus, e a regeneração, não compreende absolutamente nada. É por esta forma que as almas se santificam.

“Também hoje quantos cristãos dão testemunho não com as palavras, mas com a sua vida radicada numa fé genuína de serem “os olhos do cego” e “os pés para o coxo”! Pessoas que permanecem junto dos doentes que precisam de assistência contínua, de ajuda para se lavar, vestir e alimentar. Este serviço, especialmente quando se prolonga no tempo, pode tornar-se cansativo e pesado; é relativamente fácil servir alguns dias, mas torna-se difícil cuidar de uma pessoa durante meses ou até anos, inclusive quando ela já não é capaz de agradecer. E, no entanto, que grande caminho de santificação é este! Em tais momentos, pode-se contar de modo particular com a proximidade do Senhor, sendo também de especial apoio à missão da Igreja”, incentivou o Santo Padre ( PAPA FRANSISCO ).

O tempo gasto junto do doente é um tempo santo. É louvor a Deus, que nos configura a imagem do seu Filho, que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para resgatar a multidão” (Mt 20, 28). Foi o próprio Jesus que o disse: “Eu estou no meio de vós como aquele que serve” (Lc 22, 27). Com fé viva, peçamos ao Espírito Santo que nos conceda a graça de compreender o valor do acompanhamento, muitas vezes silencioso, que nos leva a dedicar tempo a estas irmãs e a estes irmãos que, graças à nossa proximidade e ao nosso afeto, se sentem mais amados e confortados.

Nossa Senhora de Lourdes, intercedei como nossa Mãe por todos os doentes e quantos cuidam deles. Fazei que possamos, no serviço ao próximo sofredor e através da própria experiência do sofrimento, acolher e fazer crescer em nós a verdadeira sabedoria do coração.

Fonte de Pesquisa: Portal  Lepanto, Portal Das Missões – Entre Ijuí –  RS, Portal Bodas Canã.




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